terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Teaser Tuesday (15)

Regras:

  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página à sorte
  • Partilhar duas frases dessa página. Não incluir spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro

 "Asha nunca partilhara da fé do tio Aeron no Deus, Afogado, mas nessa noite rezou Áquele que Habita Sob as Ondas com tanto fervor como o Cabelo-Molhado. A tempestade não perdeu força."
p. 118, Os Reinos do Caos, George R. R. Martin

Rubrica original do blog Should Be Reading

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Aquisições do Mês (Janeiro)


Janeiro está a terminar e, num mês em que se avizinhava poucos gastos, acabei por adquirir mais livros do que estava a pensar! Afinal, as finanças até andaram boas e houve algumas contribuições para o aumento da minha estante!




Estas foram as contribuições da mãezinha:

Paixão numa Noite de Inverno de Eloisa James
Opinião

Antes do Amanhecer de Sara MacDonald



Estas foram as prendas que ofereci a mim mesma, aproveitando a oferta do novo livro do Martin:

Os Dilemas do Assassino de Robin Hobb

Acácia - Presságios de Inverno de David Anthony Durham



Por fim, a oferta que veio com os livros acima e que já tem a minha Estrumfina a marcar a página =p o outro foi uma contribuição da avó:

Os Reinos do Caos de George R. R. Martin
O Medo do Homem Sábio parte 1 de Patrick Rothfuss



Compras de última hora!!

O Fruto Proibido de Sherry Thomas
Eneida de Vergílio (estava à três anos esgotado!!)

E vocês que andaram a comprar??

domingo, 29 de janeiro de 2012

Opinião - O Diário a Rum

Título Original: The Rum Diary
Autor: Hunter S. Thompson
Editora: ASA
Páginas: 204


Sinopse
 Paul Kemp, um jovem jornalista, viajante incansável, bebedor de rum e alter ego do autor, abandona Nova Iorque com destino a Porto Rico, conseguindo emprego como redactor num jornal onde trabalha uma fauna colorida de misantropos e fracassados, mas também de jovens ambiciosos dispostos a refazer o mundo.
A paradisíaca tríade tropical de rum, sexo e calor rapidamente dará lugar a bebedeiras prolongadas, rixas, festas desinibidas e de uma sexualidade selvagem. Estamos na década de 1950 e, com a visão entorpecida pelo rum, Paul assiste à lenta agonia de uma ilha corrompida pelo dinheiro, pelas ambições dos Estados Unidos e o compromisso hipócrita dos jornalistas.
Diário a Rum é a crónica mordaz e sincera de uma desilusão. Iniciado em 1959, quando Hunter S. Thompson tinha vinte e dois anos, é o primeiro romance do criador do jornalismo gonzo e cabeça de cartaz da contracultura, ao lado de Jack Kerouac e William S. Burroughs.

Opinião 
 Esta é a primeira obra de Hunter S. Thompson. Escrita aos vinte e dois anos de idade, marcou o início de uma carreira, dedicada a contracultura americana, daquele que foi o criador do jornalismo gonzo. Recentemente adaptado para o cinema, O Diário a Rum volta as livrarias para voltar a deixar a sua marca.
Este livro foi uma das prendas de Natal da mãezinha, e ela comprou-mo… sim, porque tinha o Johnny Deep na capa. Ridículo, eu sei mas como até tinha tenções de ver o filme porque lá está, sou fã do senhor, fiquei esperançosa para ver como era afinal este livro. Resultado, ainda não fui ver o filme mas já li o livro!
Sendo um livro pequeno, e com uma história sem grandes detalhes, O Diário a Rum é daqueles que se lê bem e dá para passar o tempo, principalmente se for o vosso género. Pessoalmente não tenho muito a dizer do livro. Não sei se foi por causa do tamanho, se do enredo em si, foi um livro que gostei de ler mas que não vai deixar grandes marcas. Percebe-se a mensagem que o autor nos quer dar, afinal, ataques ao capitalismo ou qualquer outra coisa que venha da América, é o que não tenho faltado nas últimas décadas, mas parece ser apenas mais uma dessas mensagens, sem grande pensamento ou esforço.
Muitos dizem que este não é o melhor trabalho do autor, o que eu acredito. Basicamente, encontrámos ao longo de 200 páginas um grupo de bêbedos, sem ideias ou objectivos, muitos sonhos mas nenhuma vontade de os concretizar. São freelancers americanos dos anos 50 em Porto Rico, que vão fazendo asneira atrás de asneira na companhia do rum. Por trás de algo que nos parece quase ridículo de tão simples, existem mensagens como as da violência gratuita, da perdição de uma geração, ou do controlo que os EUA passam a ter na América do Sul, em zonas como esta, capitalizando-as e sobrepondo-se às autoridades locais, demonstrando que os “gringos” é que são os civilizados e vieram para controlar tudo a seu bel-prazer. Corrupção, é a palavra-chave deste livro.
Este é, por isso, um livro sobre a queda do ser humano, sobre o que acontece quando as ambições e o álcool sobem demais a cabeça. Se eu conseguia tirar mais do que isto do livro? Nem por isso.
Provavelmente isto acontece porque este não é o meu tipo de leitura, e pode ter-me passado algo ao lado. Mesmo assim, duvido que um grupo de bêbedos que ora têm muita moral, ora não têm nenhuma, me tivesse muito mais para dizer.


3*

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Opinião - Paixão numa Noite de Inverno

Título Original: An Affair Before Christmas (#2 Desperate Duchesses)
Autor: Eloisa James
Editora: Quinta Essência
Páginas: 386


Sinopse
 Este livro é um romance histórico com uma forte personagem feminina e repleto de elementos de sensualidade. Poppy casou sob uma chuva de pétalas de rosa depois de conhecer o seu duque em Paris... o casamento mais romântico que se possa imaginar. Quatro anos depois… as pétalas de rosa transformaram-se em pó. Mas só depois de sair de casa do marido é que Poppy começa realmente a compreender o que é o romance.
Num Natal fabuloso, Lady Perdita Selby, Poppy para os amigos e família, conheceu o homem que pensou que iria amar para sempre. O diabolicamente atraente duque de Fletcher era o marido perfeito para a inocente e bela inglesa, e o seu casamento foi o mais romântico que ela alguma vez vira. Quatro anos mais tarde, Poppy e o duque tornaram-se o alvo das atenções da alta sociedade… mas, por trás de portas fechadas, a chama do seu amor extinguia-se.
Relutante em perder a mulher que continua a desejar, o duque está determinado em voltar a conquistar os deleitáveis afectos da sua encantadora noiva… e a ultrapassar os dias impetuosos do primeiro amor com uma sedução verdadeiramente pecaminosa.


Opinião
Bestseller internacional, este é o primeiro dos treze romances premiados de Eloisa James a ser traduzido para o nosso país, ao qual se seguiu Beijo Encantado. Com uma capa deliciosa e um título que chama a atenção, que faz com que desejemos que por trás esteja uma linda história de amor, este é um livro que promete conquistar corações e trazer a vossa veia mais romântica ao de cima.
A sinopse não deixava marcas para dúvidas, este é um livro que declara “romantismo” por todos os lados e, por isso, apesar de não andar numa fase muito para aí virada, decidi experimentar esta autora, tão elogiada, nem que fosse só para tirar as dúvidas se o conteúdo seria tão apelativo quanto o belo exterior que este livro tem.
Infelizmente, foi com expectativas muito altas que me “atirei” à sua leitura, relegando algumas críticas que tinha lido, o que por um lado não devia ter feito, por outro lado fiquei a saber como é afinal, um livro desta autora. Antes de mais, vou ter de elogiar aquilo que mais gostei nesta leitura, que foi a importância que a escritora dá a pequenos pormenores históricos, como por exemplo, os arranjos de cabelo do século XVIII ou as lojas de curiosidades. São pormenores que deliciam a futura historiadora que há em mim, a que muitos não dão atenção mas que a mim me deixou deliciada. O facto de a escritora ter utilizado pormenores desses para dar realismo e um novo ar ao seu romance, foi um ponto positivo.
Outra das coisas, foi a diferenciação que Eloisa faz da corte londrina para a parisiense. Observar, as diferenças abismais entre as duas cidades mais prestigiadas da Europa neste século é uma forma de conhecermos e percebermos que afinal o “Velho Mundo” não era tão igual quanto pode parecer. A meu ver, a autora podia ter aproveitado um pouco mais de Paris, já que maioritariamente este tipo de romance passa-se em Londres e pela sinopse eu estava com esperança que este se passasse em Paris, o que não aconteceu, e me deixou um pouco desiludida, pois em vez de falar tanto nesta cidade, a história podia ter-se passado toda lá.
Só que não é só de pequenas coisas que um livro destes deixa marcas e, infelizmente, tudo o resto não chegou para me conquistar. Sim, foi uma leitura agradável, de poucas horas, que deu para desanuviar e dar umas gargalhadas, mas não passou daí. O livro acabou por não ser nada do que eu estava a espera, e mesmo sendo diferente do que tem por aí sido editado, não bastou para me fazer gostar verdadeiramente dele.
Um dos contras, foi as personagens, ou melhor a protagonista e a mãe. A Poppy é uma querida de todo o tamanho mas tanta patetice irritou-me sobremaneira. Não é a protagonista ideal e a mudança abrupta que sofre no fim, não convence ninguém. Já Lady Flora é do mais irritante, enervante e odioso que pode existir. Quanto ao protagonista, Fletch, umas vezes convencia-me, noutras nem por isso. Quem eu adorei mesmo foi a Jemma! Exuberante mas afinal com um lado intelectual, aqui esta uma personagem que devia ter um livro só dela!
Outro dos pontos negativos, foi as duas histórias que são contadas em simultâneo com a dos protagonistas. Se eu tive pena de não saber o que aconteceu a Jemma e a Beaumont, ainda não percebi os capítulos de Villiers e Charlotte. Acho que eram dispensáveis, talvez porque eu gostei do Villiers no início e depois a escritora decidiu colocá-lo numa situação estranha sem significado à vista.
Uma das coisas que me chamou a atenção foi a autora ter dado actividades tão interessantes e intelectuais a Poppy e Jemma, tendo aproveitado alguns dos hobbies e passatempos mas em voga nesta época.
Resumindo, Eloisa tem uma escrita leve com detalhes interessantes e consegue provocar uns bons risos mas esta não é a história romântica que é prometida pelo exterior, e ficou aquém das expectativas.

4*

Booking Through Thursday - Writing or Riveting?

What’s more important: Good writing? Or a good story?(Of course, a book should have BOTH, but…)

Há livros que têm uma escrita magnífica, completamente soberba e uma história da treta. Há outros que têm uma escrita horrorosa e uma história genial... Sinceramente? Que tenha uma escrita simples e uma história fantástica! Se puder ser tudo fantástico ainda melhor!
Mas entre uma história e uma má escrita, acho que prefiro a má história pois assim a escrita ainda disfarça, agora ao contrário é um assassínio completo...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Opinião - O Voo da Águia

Título Original: The Eagle's Conquest (#2 Eagle)
Autor: Simon Scarrow
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 336


Sinopse
 Estamos no ano 43 antes de Cristo. As temíveis legiões do imperador Cláudio desembarcaram nas costas da Britânia e preparam-se para uma das mais terríveis e sanguinárias campanhas na história de Roma. Sob a águia da Segunda Legião, Macro - um centurião veterano, e Cato - o seu lugar-tenente, vão ter de ir ao encontro do inimigo antes que este cresça ainda mais. É que, a cada dia que passa, aumenta o número de bretões enfurecidos e dispostos a morrer pela sua ilha. Infelizmente, os selvagens da Britânia não são o único perigo que as legiões correm. Uma conspiração de poderosos aristocratas romanos procura minar o imperador Cláudio. Para tal, estão dispostos a sacrificar a campanha contra os bretões e, se necessário, a vida de todos os legio-nários. Para sobreviver, Macro e Cato vão ter que agir muito depressa. Mas quando a campanha ameaça trans-formar-se num desastre... as opções não são muitas!

Opinião 
 O Império Romano tem dado azo ao longo dos séculos a grandes obras, com histórias e personagens inesquecíveis, umas vezes, outras nem por isso, mas não deixa de ser um tema que nunca passa de moda e que tem legiões de fãs por todo o mundo. Nos últimos anos têm proliferado autores que têm ganho notoriedade utilizando esta civilização como mote, directa ou indirectamente, como é o caso de Simon Scarrow e a sua Série da Águia, baseada na vida dos exércitos romanos, que tem conseguido os maiores elogios e conquistado todos aqueles que ainda hoje se fascinam por aquele que é considerado o maior Império que alguma vez houve e que muitos têm tentado imitar ao longo da História.
A minha experiência com este autor já tem alguns anos e não me deixou recordações. Talvez por ter lido o primeiro livro desta série numa idade em que este tipo de leitura não me puxava, talvez porque estava a espera de outra coisa, os anos foram passando e o livro esquecido. A oportunidade para voltar a ler esta série surgiu quando este livro veio como oferta nas minhas compras na banca da SdE na Feira do Livro. Talvez pela memória desse tal livro que há muito me passou pelas mãos, O Voo da Águia esteve até a uma semana a espera que eu lhe pegasse.
E querem saber? Mesmo estando a uma semana a estudar sobre gregos e romanos, isto tornou-se uma leitura completamente inesperada! Quando o comecei a ler, só conseguia pensar «Mas como é que eu não gostei disto?!». Não sei mas ainda bem que o acaso fez com que este livro me chegasse às mãos. Este livro é um vício, cuidadosamente trabalhado por alguém que conhece o “material” com que decidiu trabalhar, e é feito para aqueles que realmente adoram a história de Roma, principalmente este período, que por acaso é o meu preferido.
Bernard Cornwell, senhor que ando para ler, diz que «não precisava de concorrência desta», bem, ele podia não precisar mas nós leitores merecemos ler livros destes! Scarrow aproveitou o que de melhor Roma tinha: as campanhas, as intrigas, a política, os valores, a corrupção e a honra que andavam de mãos dadas. Brilhante, brilhante, brilhante! Apesar de saber o que iria acontecer a seguir e conhecer muitos destes nomes (ainda de mim senão soubesse!), o escritor conseguiu surpreender-me da primeira à última página e dar-me uma nova visão de um mundo já tão falado.
E tanto empolgamento não seria possível sem Macro e Cato. A forma como Scarrow junta duas personalidades tão díspares e tão sinónimas dos sentimentos vividos pelos dois lados daqueles que faziam parte do Império, foi um golpe de génio, que só por si, já vale a pena ler esta série. Depois temos as “verdadeiras” personagens como Cláudio, Vespasiano, e outros, que me deixaram mais que satisfeita. Por falar nisso, adorei a caracterização do Cláudio, era mesmo assim que eu o imaginava!
Depois temos toda a construção e caracterização das batalhas, dos banquetes, os pequenos pormenores que nos deixam de batimento cardíaco alterado e que justificam todos os elogios recebidos por esta obra. É para seguir, até porque em termos históricos eu já sei onde isto vai dar, e tenho a sensação que isto melhora!



6*

Teaser Tuesday (14)

Regras:

  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página à sorte
  • Partilhar duas frases dessa página. Não incluir spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro

"Era este o momento.
Durante um instante a sua  mente começou a avaliar os pesados riscos e o absurdo do que estava prestes a fazer, e soube que se se atrasasse mais um pouco perderia a coragem."
 p. 152, O Voo da Águia, Simon Scarrow
 
Rubrica original do blog Should Be Reading

É por causa de livros como este que eu me lembro porque é que segui História =p

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Opinião - Caçadores de Bruxas

Título Original: Caçadores de Bruxas (#1 Dragões de Éter)
Autor: Raphael Draccon
Editora: Livros d'Hoje
Páginas: 456


Sinopse
 Pode dizer-se que, em Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas, Raphael Dracon parte de uma simples questão para dar vida aos seus personagens: o que aconteceu depois?
O que aconteceu ao Capuchinho Vermelho depois do caçador ter matado o lobo? E ao caçador? Teriam João e Maria realmente conseguido matar a bruxa? E qual foi a reação dos seus pais quando voltaram para casa? Teve a princesa realmente coragem de beijar o . príncipe que se transformou num sapo? E o que fizeram os anões depois de a Branca de Neve ter encontrado o seu príncipe?
Quem é que, depois de ler os sempre eternos contos de fadas, não se questionou a esse respeito? De uma maneira dinâmica, Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas narra a história do que teria acontecido depois desses contos chegarem ao fim sem perder a perspetiva da eterna luta entre o bem e o mal.
O autor reúne todos estes personagens (e muitos outros) no Reino de Arzallum, muitos deles vivem em Andreanne, a capital do Reino. Arzallum fica em Nova Ether, um mundo que fora assolado pela magia negra praticada por bruxas que se desviaram do caminho do bem.


Opinião 
 O primeiro livro da trilogia Dragões de Éter é daqueles livros que agarra só de olharem para a capa e para o título, o que nos faz ir ler a sinopse e termos a certeza que vamos ler aquele livro custe o que custar. Um livro que nos promete um regresso aos contos de fadas, ao depois do «felizes para sempre» de alguns dos contos que povoaram a nossa imaginação quando pequenos é desde logo um sucesso garantido, pois quantos de nós já não se perguntaram, «e agora, o que lhes aconteceu?».
Se ainda por cima, tiverem ido ao motor de busca procurar o autor e encontrarem todo aquele currículo, todas as boas opiniões que foram feitas ao livro e quanto tempo esteve ele no top do seu país originário, vão pensar, deve valer mesmo a pena! E compram-no e quando têm finalmente tempo para o ler, agarram-no cheio de expectativas, a espera de um mundo fantástico que vos vai transportar para a vossa infância mas com vários graus acima de aventura e acção…
Isto foi o que me aconteceu, em primeiro lugar. Depois… Bem, depois saiu-me tudo furado. Acho que só o facto de ter demorado nove dias a lê-lo em plena pausa de aulas, mesmo com exames no meio e um trabalho, já vos diz alguma coisa do que foi esta leitura. Nas primeiras sessenta páginas, apesar de confusão que senti, ainda estava com esperanças que melhorasse. E fui tendo, e fui tendo, até que cem páginas depois estava a arrancar cabelos. A partir daí foi um martírio para terminar este livro, aliás estive mesmo para o colocar de parte…
Não houve nada neste livro que me agradasse depois de iniciar a sua leitura. Os poucos momentos em que eu comecei a sentir interesse foram atropelados pela arrogância de um certo narrador. Ainda estou para saber donde saiu esta ideia mirabolante do Draccon de um narrador que em vez de contar a história, opina sobre tudo e mais alguma, parecendo quase que está a insultar os leitores. Digamos que logo neste ponto eu fiquei sem paciência para este livro. Se comprámos um livro é para ler uma história coerente, não um atropelamento de pensamentos.
Porque é isso que este livro é. Quando estava finalmente a entrar numa cena, o cenário mudava, as personagens mudavam, não de uma forma coerente mas a meio da tal cena que eu estava a ler! Mais uma vez, a minha paciência estava a esgotar-se aos bocadinhos. Como se não bastasse, não houve nada que fizesse sentido em nenhuma das histórias que fazem parte deste livro. O escritor decidiu juntar tudo e mais alguma coisa aos contos de fadas, misturá-los uns com os outros e juntar mais uns novos pormenores. Resultado: uma grande trapalhada.
Quanto aos personagens, não há personalidade, nada que agarre o leitor. Mesmo que já estivesse a gostar de uma personagem lá ele passava para uma cena que não tinha nada a ver e eu perdi o já pouco gosto que estava a ter. Os diálogos então são completamente frustrantes, insossos e sem nada de especial, cheguei mesmo a pensar que alguém se tinha esquecido de dizer que este livro era para crianças, só que quando esse pensamento me cruzou o pensamento lá é lançada uma bomba totalmente inútil no meio de história que me fez perceber que afinal não.
Decepcionante, esta é uma escrita que eu não estou disposta a voltar a ler, acho que quando os próximos forem editados até fujo. Não recomendo mas se tiverem curiosidade, peçam emprestado, não vale os dezasseis euros que custa.


1*

1º Aniversário

Hoje o Chaise Longue comemora o seu primeiro ano de existência! Mal dá para acreditar, não é? Parece que ainda ontem estava a escrever as primeiras opiniões, a dar os primeiros passos e afinal, um ano já passou...
Isto nunca teria sido possível sem vocês, seguidores ou não, primeiros ou últimos, que sempre tiveram uma palavra amiga a dar, montes de sugestões e comentários a fazer =)
Muito Obrigada a todos e espero que daqui um ano ainda cá esteja a partilhar convosco este nosso amor comum: os Livros!


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Booking Through Thursday - Passar

Vi este artigo no outro dia que perguntava, "Tens vergonha de passar partes de livros?". O que, naturalmente, me fez querer perguntar a todos vocês.Passas à frente num livro? Sentes-te mal quando o fazes? 

Infelizmente, sim, já aconteceu. Quando um livro está mais aborrecido, as cenas não estão a fazer sentido ou já começa a ser palha a mais, sim, passo à frente.
Isso só costuma acontecer em duas situações: com livros dos quais não estou a gostar e com livros que me põem a dormir. Se acho que determinada página não me vai dar nada de novo, passo. Depois fico a sentir-me mal com isso e volto atrás e acabo por confirmar que aquela página não vai mesmo dar-me nada de importante.
É uma situação que tento evitar ao máximo mas às vezes não dá mesmo para evitar. É vergonhoso mas também é sinal que há algo de errado com o livro... Mesmo assim já não me acontece à muito tempo, ando a portar-me bem!




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Teaser Tuesday (13)

Regras:

  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página à sorte
  • Partilhar duas frases dessa página. Não incluir spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro

"Ver não foi suficiente. Se o fosse, talvez tudo tivesse sido diferente."
p. 32, Caçadores de Bruxas, Raphael Draccon  

Rubrica original do blog Should Be Reading

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Opinião - Doce Vingança

Título Original: Miranda's Big Mistake
Autor: Jill Mansell
Editora: Saída de Emergência
Número de Páginas: 368


Sinopse
 Miranda conhece Greg numa festa. Ele é bonito, divertido e descomprometido. Tudo o que uma rapariga precisa para dar emoção à sua vida. Céus, ele é praticamente perfeito! Claro que Greg não lhe contou que acabara de abandonar a mulher grávida... E quando a jovem socorre um sem abrigo na rua, mal sabe ela que está na verdade a participar numa experiência de televisão com o jornalista Daniel Delancey, que se delicia a transtornar a vida de Miranda. Um dia, um acaso leva-a ao encontro da mulher de Greg, e assim Miranda conspira a sua vingança e jura não confiar mais nos homens. Mas um encontro fortuito com o piloto de corridas Miles Harper convence-a de que talvez nem todos os homens sejam como Greg...

Opinião 
 Considerada a rainha do chick-lit, Jill Mansell é autora de vários livros bestsellers e já vendeu mais de três milhões de cópias. As suas comédias românticas arrancam gargalhadas e através das situações mais caricatas, faz as suas personagens andarem numa roda viva até chegarem ao seu merecido final feliz. Doce Vingança não é excepção, e promete-nos uma aventura atribulada, cheia de encontros e desencontros, paixonetas e amores eternos, tudo isto em redor do “desastre” em pessoa, Miranda, a protagonista maluquinha e desastrada.
Depois de ter andado numa grande indecisão para ler este livro, lá o pedi emprestado à tia mais nova, decidida a que fosse desta que me estreasse nesta escritora. Não tinha quaisquer expectativas, aliás, a vontade para ler esta autora nunca foi muita mas como até tinha um exemplar à mão, e ler mais um livro não faz mal a ninguém, Jill ganhou finalmente direito a ser lida pela minha pessoa.
A minha primeira impressão, depois de trinta páginas, foi de confusão e total aborrecimento, o que fez com que estivesse uns dois dias sem lhe pegar para depois o ler com muito mais calma. Porquê esta impressão inicial? Superficial. Foi a primeira palavra que me veio a cabeça para descrever as primeiras personagens, a acção, os próprios diálogos com que me deparei. Havia ali algo que me estava a repelir mas não ia desistir logo no início! E uma das razões porque não o fiz, foi a maravilhosa da Florence! Quando consegui, um domingo a tarde, sentar-me para ler o resto, li-o todo seguido, quase sem paragens. Espantoso não é?
As desgraças e atribulações eram tantas que eu não conseguia parar de rir. Acontece de praticamente tudo neste livro, como é que é possível? Os momentos hilariantes, a sequência de acontecimentos completamente prováveis e ridículos, demonstram-nos como as situações do dia-a-dia podem levar rumos completamente inesperados, alterando para sempre toda uma vida. Este é para mim, o ponto mais positivo da escrita de Mansell, consegue nos proporcionar uma tarde bem passada, a meio dos exames, com umas boas gargalhadas. Quando me quiser animar, já sei o que ler.
Depois, temos o leque de personagens mais loucas e genuinamente trapalhonas e desastradas que alguma vez vi! Depois de me ter habituado a forma da escritora nos ir relatando as peripécias do grupinho, consegui fazer as pazes com eles mas mesmo assim, as vezes dava-me um ataque de nervos e uma irritação profunda. Como por exemplo, eu ter percebido como aquilo ia acabar logo nas primeiras páginas e a escritora dar um milhão de voltas a história para acabar exactamente dessa maneira. Divertido mas muitas vezes exagerado.
Se fosse um nadinha mais curto se calhar tinha gostado mais. É que o Denny e a Miranda podiam ter mais cenas juntas se não estivesse lá o Miles, que foi a meu ver, completamente dispensável. Definitivamente, eu teria gostado de ver mais vezes o Denny em acção. Tal como os romances relâmpago da Bev e da Chloe. Foi tudo tão atribulado para depois saber a pouco.
Muito possivelmente, foi por eu não ter engraçado com o livro a primeira. Uma pena, uma vez que hoje são raros os livros que nos permitem rir e esquecer os problemas por umas horas. Mas pode ser que haja uma oportunidade para ler outro livro de Jill e que corra melhor, afinal, não se diz que não a alguém que nos dá momentos divertidos. Vamos ver, qual será a vontade…


5*

domingo, 15 de janeiro de 2012

Opinião - Entrevista com o Vampiro

Título Original: Interview with the Vampire (#1 The Vampire Chronicles)
Autor: Anne Rice
Editora: Europa-América
Número de Páginas: 276


Sinopse
 Obra já clássica no seu género, Entrevista com o Vampiro é o primeiro volume da saga «Crónicas dos Vampiros» e granjeou o estatuto de livro de culto, comparável a Drácula de Bram Stoker.
Das plantações oitocentistas do Luisiana aos becos sombrios e cenários sumptuosos de Paris, do Novo Mundo à Velha Europa, Claudia e Louis fogem de Lestat, o seu criador e companheiro imortal. E o cruel vampiro que tirara partido do desespero de Louis e da fragilidade da órfã Claudia, no bairro francês da Nova Orleães assolada pela peste, move-lhes uma perseguição sem tréguas no submundo parisiense, entre a trupe Théâtre des Vampires do misterioso Armand e criaturas das trevas.


Opinião
 
É chamada a mãe dos vampiros, a senhora por excelência do Gótico. Autora de bestsellers, já viu alguns dos seus livros tornados em filme, com este Entrevista com o Vampiro, protagonizado por Tom Cruise, Brad Pitt e Antonio Banderas. Este é o primeiro volume da sua obra mais famosa, Vampire Chronicles, que lhe valeu o seu estatuto como a maior escritora de sobrenatural e como a criadora dos “vampiros a sério” na literatura do século XX.
Ler Anne Rice é um objectivo que tenho a tantos anos que quando pude finalmente ler o livro que levou a um dos meus filmes preferidos, não cabia em mim de tanto entusiasmo. Apesar de já conhecer a história pelo filme, como sabem, ler o livro é sempre uma experiência diferente e resistir a ler a maior obra desta grande senhora é um desafio tremendo, ao qual não resisti. Por isso, mesmo tendo como regra não ler livros depois de ver o filme, pôr finalmente as mãos em cima de um livro desta escritora foi demasiado tentador.
Assim que comecei a ler soube que o filme não faz justiça ao livro. A forma como Louis vai relatando a sua vida ao rapaz, como cada memória o faz pensar no porquê das coisas, de como se sentia, a forma como coloca as suas perguntas infinitas sobre Deus, a imortalidade, a sua própria existência, o Bem e o Mal, transforma logo este livro em algo mais do que um livro de vampiros. Mais, a forma como tudo nos é relatado e brilhante e crucial para que nós próprios nos questionemos e nos enredemos em cada página com um misto de terror e curiosidade que não nos vai deixar largar o livro.
Todo o enredo é um desenrolar de acontecimentos que nos deixa pregados à cadeira sem conseguirmos levantar os olhos do livro. Cada momento inesperado pode levar-nos a maior das surpresas e, ao mesmo tempo, ao maior dos desesperos. Esta é uma história que nos promete emoções fortes, onde os vampiros caçam, matam e amam por uma só coisa: a sede de sangue. Aqui os ideais de beleza estão associados a morte, o desejo de possuir algo resulta na morte do objecto adorado. Aqui os vampiros são criaturas da noite que dormem em caixões, que sentem de maneira totalmente diferente da nossa, que se preocupam apenas com a sua sobrevivência.
Quanto às personagens, Lestat é sinónimo de tudo aquilo que abominámos e desejámos ao mesmo tempo. Os seus segredos e medos, as ambições e desejos, levam-nos a temer o que de mais profundo se encontra na alma de alguém. Louis por seu lado, é aquele que acredita em tudo e não acredita nada, o que questiona tudo, teme tudo e vive rodeado de incertezas, cheio de escrúpulos num mundo que passa por cima de qualquer valor moral. A pequena Claudia, é provavelmente, a maior antítese de todo o livro. Presa para sempre num corpo de criança mas com uma mentalidade de predadora, é das personagens que mais cativa e prende o leitor com a sua ambiguidade e as questões que a sua transformação levantam. 
Muitas vezes, ao longo da leitura, dei por mim a ler uma cena e a recordá-la do filme, e conseguir visualizar aquela cena só conseguia intensificar ainda mais o que estava a ler. Mesmo assim, sinto inveja daqueles que o leram muito antes de ver o filme pois essa deve ser uma sensação única.
Obscuramente belo, Entrevista com o Vampiro só é possível graças a escrita fenomenal de Anne Rice. Brutal e sincera, introspectiva e mórbida, é de uma forma brilhante que ela nos leva a estes vampiros dignos de Drácula e nos dá a sua verdadeira essência. 

7*

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Opinião - O Nome do Vento

Título Original: The Name of the Wind (#1 The Kingkiller Chronicle)
Autor: Patrick Rothfuss
Editora: Gailivro
Número de Páginas: 966


Sinopse
 Da infância como membro de uma família unida de nómadas Edema Ruh até à provação dos primeiros dias como aluno de magia numa universidade prestigiada, o humilde estalajadeiro Kvothe relata a história de como um rapaz desfavorecido pelo destino se torna um herói, um bardo, um mago e uma lenda. O primeiro romance de Rothfuss lança uma trilogia relatando não apenas a história da Humanidade, mas também a história de um mundo ameaçado por um mal cuja existência nega de forma desesperada. O autor explora o desenvolvimento de uma personalidade enquanto examina a relação entre a lenda e a sua verdade, a verdade que reside no coração das histórias. Contada de forma elegante e enriquecida com vislumbres de histórias futuras, esta "autobiografia" de um herói rica em detalhes é altamente recomendada para bibliotecas de qualquer tamanho.

Opinião

Com quase mil páginas, este é um livro que promete arrebatar-vos através de uma lenda sem precedentes. Considerado “a” bomba lançada no panorama fantástico dos últimos anos, deu ao seu escritor, Patrick Rothfuss, estatuto para ser comparado a grandes nomes da Fantasia como George R. R. Martin. Fala-se em O Senhor dos Anéis e Harry Potter mas a sua premissa por si só, basta para pôr qualquer fã de histórias épicas a “salivar” por mais.
Só há alguns meses é que ouvi falar neste livro e na altura achei que era o tipo de leitura que me ia agradar. Comprei-o, passado pouco tempo mas o seu tamanho e a falta de tempo para ler tal calhamaço fez com que o guardasse para o início deste ano, quando iria ter mais tempo. E assim foi. O problema é que tive um desgosto logo nas primeiras páginas, visto que ao virar uma página ia ficando com ela na mão (as primeiras dez páginas estão meia soltas neste momento) e deparei-me com as tais margens e letra gigante de que todos já se queixaram, o que me pôs logo mal-disposta porque dar vinte euros por um péssimo trabalho não é algo que agrade a ninguém! Portanto, foi meio irritada que me iniciei no relato de Kvothe.
A verdade é que passadas trinta páginas, já nem me lembrava da folha meia solta. Fiquei tão absorvida pelo ritmo cadenciado das palavras do estalajadeiro que só levantei os olhos do livro passadas umas duas horas e só conseguia perguntar a mim mesma como é que este livro se tinha escapado do meu radar durante tanto tempo!
A forma como Rothfuss nos apresenta as Crónicas de Kvothe é a de um contador de histórias que não gosta que nada fique por contar e que pode surpreender-nos a qualquer um momento. Cada aventura, cada desafio, é nos relatado de uma forma musicalmente brilhante que nos deixa rendidos a cada palavra. . Chegar ao fim de quase mil páginas e depararmo-nos com o facto de que ainda falta tanto para descobrir é quase de levar uma pessoa ao desespero.
Acompanharmos o crescimento de Kvothe, passo a passo, por entre as suas vitórias e derrotas, deixando-nos conquistar pelo seu relato e pelos seus momentos de transtorno, ansiando para que ele continue e nos conte mais e mais, é um dos factores que me fez ficar rendida a este livro. O próprio Kvothe é o outro. Tentar discernir como é que o rapaz que conhecemos neste primeiro volume se torna a personagem lendária de que o estalajadeiro fugiu é uma das razões porque somos levados a devorar este enormíssimo calhamaço sem nos cansarmos. Complexo, misterioso, inesperado, são alguns dos adjectivos que pudemos usar para classificar o protagonista deste livro que com uma voz única nos conta a verdadeira versão por trás do mito.
Juntando a isto, uma série de personagens interessantes cheias de segredos e muitos risos, este é um início fabuloso para uma trilogia que já está a dar que falar. Espero que as personagens femininas ganhem mais destaque no próximo livro porque apesar de ter gostado da Denna, gostava de ver um bocado mais da Auri, da Fela ou da Devi. Mas a personagem que me deixou mesmo curiosa foi o Elodin. Ele é completamente insano, o que só nos faz pensar no que será que ele esconde…
Independentemente de como vai isto acabar, uma coisa é certa, Rothfuss tem a voz dos trovadores antigos na sua escrita, das velhas canções, dos contos populares. E apesar de ter achado que estas quase mil páginas nos contaram pouco e que ele podia ter acelerado um bocadinho, posso dizer que foi uma leitura descomunal. E que espero muito mais do próximo.
Resumindo, é a obra que ganha contornos épicos e que promete deixar-nos totalmente rendidos. Se vai ou não ser algo digno das maiores obras da Fantasia, ainda não sei, mas que me enche de satisfação tê-lo lido é uma certeza.

7*

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Desafio: New Author Challenge 2012


Vi este Desafio no Pedacinho Literário e decidi apostar nele, uma vez que o ano passado descobri uns quantos novos autores, mesmo com a quantidade de séries que sigo. Decidi ficar-me por 25 novos autores, já que foi os valores que alcancei em 2011.
Para saberem como me tenho safo, basta clicarem no botãozinho ;)

Este desafio é organizado pelo site Literary Escapism e podem encontrar o post de inscrição aqui. Tudo o que têm de fazer, após se inscreverem, é decidir quantos novos autores estão desejosos de experimentar.

1 - Suzanne Collins 
Descobri esta autora com a Trilogia Os Jogos da Fome, que fizeram o meu ano começar muito bem nas leituras! Como li os três livros seguidos, deixo-vos as opiniões respectivas:

2 - Patrick Rothfuss
Finalmente, iniciei-me em A Crónica do Regicida e fiquei rendida à poderosa "voz" de Kvothe. É o início brilhante para uma trilogia.

3 - Anne Rice
Após anos de espera, consegui ler um livro da "mãe dos vampiros"! Um livro que ultrapassou as expectativas.

4 - Jill Mansell
A rainha do chick-lit chegou às minhas leituras. Divertido mas muitas vezes exagerado.

5 - Raphael Draccon
Uma reivenção dos contos de fadas dolorosa

6 - Eloisa James
Com pormenores interessantes mas que como romance histórico ficou aquém das expectativas

7 - Hunter S. Thompson
Rum e Porto Rico nos anos 50.

8 - Liliana C. Lavado
Uma escritora portuguesa que promete.

9 - William  M. Valtos
Um thriller que não me convenceu.

10 - Joel G. Gomes
Um novo livro fora do meu género de leitura.

11 - Frank Herbert
A grande obra da Ficção-Científica que me deixou "de rastos".

12 - Anna Elliott
Onde está o resto da trilogia?

13 - Guy de Maupassant
Um clássico irónico da burguesia parisiense do século XIX

14 - Paul J. McAuley
 Revolução Industrial em pleno Renascimento (supostamente...)

15 - Guy Gavriel Kay
Fantasia rudimentar da boa!

16 - Ursula Le Guin
Soberbo!

17 -Vergílio
Uma obra incontestável da cultura ocidental

18  -  Jean Webster
Riam-se e deliciem-se 

19 -  Joseph Bédier
Uma história de amor intemporal

20 - Rachel Hawkins
Divertido e refrescante

21 - Lorraine Heath   
Um romance histórico delicioso

22 - Umberto Eco
Ainda melhor que o filme

23 - Sarah Addison Allen
Gostei tanto!

24 - Kasey Michaels
Podia ser melhor

25 - Anthony Horowitz
Não fiquei fã

26 - Erin Morgenstern
Lindo, lindo, lindo!

27 - Laurell K. Hamilton
Poderoso

28 - Sara MacDonald
Forte

29 - Sarah Blake
Podia ser melhor

30 - Julia Quinn
Adorei!

31 - Kate Pearce
Muito sexo?

32 - Esther M. Friesner
Se tivesse uma Helena melhor

33 - Jeanne Kalogridis 
Sensações distintas

34 - Hilary Mantel
Fantástico! Perfeito!

35 - Emma Wildes
Podia ser melhor

36 - María Gudín
Longe do que devia ser

37 - William Thackeray
Não o meu clássico favorito

38 - J. R. R. Tolkien
A melhor fantasia que se pode ler

39 - Lisa Kleypas
O que um romance destes deve ser

40 - Susanna Kearsley
Encantador!

41- Carla M. Soares
Alma Rebelde


42 - Victoria Hislop
O Regresso 

43 - E. L. James
As Cinquenta Sombras de Grey 

44 - Veronica Roth
Divergente 

45 - Sarah Sundin
Nas Asas do Amor 

46 - Katherine Webb
A Herança