sábado, 31 de maio de 2014

Aquisições&Leituras *Maio*

  Depois de um mês absolutamente desolador, eu disse que ia voltar ao ritmo em Maio, e voltei mesmo! 

  Para além de não ter gasto dinheiro em livros, nem um cêntimo que fosse, e mesmo assim ter muitas novidades na minha estante, este foi também um mês de boas leituras, algumas delas supresas bem agradáveis, outras com direito a entrar na lista dos preferidos e, até, uma despedida agridoce a uma das minhas trilogias preferidas.

 Entre opiniões, TAG's, rubricas e passatempos, a Rainha chegou ao Chaise Longue! Juntamente com a p7 do Bookeater/Booklover, estreei uma nova rubrica que irá obrigar-nos a ler o que temos na estante. 

  E, mais importante ainda, a Feira abriu há dois dias, já lá fui duas vezes e não comprei nada. Acho que estou doente...



Aquisições


Firmin, Sam Savage
A Planeta faz cinco anos mas nós é que somos mimados! Muitos Parabéns!


A Revelação, Lissa Price
O segundo e último volume de Destinos Interrompidos chegou cá a casa pela mão da parceira Planeta Manuscrito. Esperemos que corresponda às expectativas.


Sedução Perigosa, Jess Michaels *Opinião*
Pecado, Sylvia Day *Opinião*
Roma 40 D.C., Adele Vieri Castellano
A minha autora preferida de eróticos, uma supresa muito positiva e um romance no mínimo original, foram as ofertas da parceira Quinta Essência.


Anjos Rebeldes, Libba Bray
O Teorema de Katherine, John Green *Opinião*
Da parceira ASA/1001 Mundos, a continuação muito, muito esperada do meu adorado Uma Grandiosa e Terrível Beleza e, mais um livro do fantástico Green.


 O Primeiro Marido, Laura Dave
A Minha Outra Metade, Marianne Kavanagh
Oferecidos pela Topseller, a quem agradeço imenso, dois romances que me chamaram a atenção por me parecerem muito fofinhos e românticos.


A Rapariga dos Anos 20, Sophie Kinsella
Oferta do avô que estava à metade do preço nos CTT.



O Melhor do Mês
Houve dois livros que têm, obrigatoriamente de aqui constar. Um, é o fim de uma trilogia que adoro, outro, é o início da minha mais recente trilogia preferida.



O Pior do Mês
Foi o único livro que me desgostou durante o mês... Estava à espera de muito mais mas infelizmente a autora não soube utilizar os trunfos que tinha.



As restantes Opiniões...

Uma autora que me está a entrar cada vez mais no goto, Vanessa é uma lufada de ar fresco no romance histórico.

Mais um livro brilhante desta autora mas no qual continuo a sentir que nem toda a sua potencialidade é usada.

Uma trilogia termina com este livro que, infelizmente, pende mais para a irregularidade do primeiro do que o brilhantismo do segundo.



E...

Picture Puzzle #73 #74 #75 #76

Momento da Semana Harry Potter #22 #23 #24 #25 #26


Nova Rubrica : *A Rainha Manda...*

Resultados Passatempos ~ A Amante do Papa, Lost Boys

Passatempo no Ar ~ A Revelação



Próxima Opinião



Opinião - Pecado

Título Original: Seven Years to Sin
Autor: Sylvia Day
Editora: Quinta Essência
Número de Páginas: 352


Sinopse
Nunca a rendição foi tão doce.


Numa noite quente de verão, a apenas algumas horas do seu casamento, a discreta Lady Jessica Sheffield testemunhou uma cena da qual nunca irá recuperar. Vê o jovem Alistair Caufield numa cena ferozmente íntima com uma mulher muito mais velha. Chocada, mas estranhamente excitada, ela manteve silêncio sobre o que viu, e caminhou até ao altar como esperado. Mas, ao longo de anos de um casamento sereno e normal, a imagem de Caulfield continuou na sua imaginação, alimentando sonhos muito ilícitos...

Alistair fugiu da tentação da debutante recatada com o fogo da paixão nos olhos para as Índias Ocidentais. Enquanto comerciante bem-sucedido, tem pouco em comum com o jovem libertino que ela conhecia. Mas quando, sete anos depois, a recém-viúva Jessica sobe a bordo do seu navio para uma viagem até à Jamaica, os sete anos de prazeres negados são mantidos em xeque apenas por algumas camadas de seda... e pela certeza de que renderem-se irá consumir os dois...



Opinião
  Autora de mais de vinte romances premiados e traduzidos em mais de quarenta línguas, Sylvia Day é uma das romancistas de maior sucesso da actualidade, sendo também uma das mais lidas globalmente. Presidente actual da Romance Writers of America, Sylvia começou a escrever em 2001 mas foi com a sua série Crossfire, onze anos depois, que o seu nome ficou na boca do mundo. Considerada a rival mais directa de E. L. James, Sylvia já recebeu inúmeros prémios e para além dos livros que tem publicados, tem também participado em várias antologias e escrito outros tantos contos. Participa em diversas conferências de leituras bem como em workshops e, para além de escrever como Sylvia Day, tem dois pseudónimos, escrevendo romance erótico em vários géneros. Crossfire tem os seus direitos para cinema vendidos à Lionsgate.

  Publicado em 2011, Pecado foi é o último de quatro romances históricos que a autora escreveu antes de          Crossfire e está traduzido para doze línguas.

  Depois de ter lido Rendida, tinha a certeza que Sylvia Day nunca me poderia surpreender e, por mais que tivesse gostado da sua escrita, achava que nenhuma das suas histórias seria suficiente para me tentar mas, como surpresa que foi desde o início, Pecado alterou a minha posição em relação a esta autora. Uma narrativa crua e sensual, apaixonada e cativante, este livro foi uma surpresa desde a primeira página, tendo-me deixado finalmente, rendida a esta autora, de uma forma que o seu grande sucesso não conseguiu. Sylvia Day é uma autora experiente, com um estilo próprio, cheio de elegância e sem quaisquer pudores, capaz de nos entreter e seduzir na mesma medida, a que não falta uma imaginação voraz nem a capacidade de nos contar uma história que nos agarra em absoluto.

  Um romance cheio de erotismo e fantasias, onde os nossos sentidos são tentados e a rendição exigida, este livro combina sexo e atracção com intimidade e amor, lealdade e crença, numa narrativa escaldante e provocadora mas, também, extremamente doce e apaixonada. Num navio a caminho da quente Jamaica, uma promessa com sete anos dá lugar a noites de paixão ardente que, pedaço a pedaço, se vai tornando algo mais. Já na fria Londres, um amor escondido poderá ser a salvação de uma perfeição brutal, se esta não se destruir primeiro. Duas histórias entrelaçadas que não se dominam uma à outra, dois amores assombrados pelos passados cheios de mágoa, dão lugar a um romance escrito de uma forma madura, inteligente e sedutora, onde além do sexo, não falta a complexidade da mente e da alma humana, sempre marcadas pelas cicatrizes do passado.

  Tal como acontece no outro livro da autora que li, a primeira coisa que liga as personagens principais, Alistair e Jessica, é a atracção poderosa que sentem um pelo outro e, ambos têm passados tenebrosos que os marcaram enquanto pessoas. Mas ao contrário do outro livro, este não é dominado pelos ciúmes, pela obsessão e algum descontrolo psicológico, é sim, uma viagem de transformações, onde o desejo se torna amor, a carnalidade intimidade e onde a atracção dos corpos se torna um entendimento de mentes. O romance, no início muito rápido e intenso no seu desenvolvimento, acaba por acertar o ritmo, o que lhe dá margem para se desenvolver de forma credível mas, precisava de um bocadinho mais de profundidade para se tornar uma história ainda melhor. Apesar disso, é um romance cativante e viciante que nos impede de largar as suas páginas.

  O enredo, apesar de contar duas histórias paralelas, está equilibrado, permitindo a cada uma delas desenvolver-se à sua maneira e, mais tarde, unirem-se da forma mais natural possível, não dando a impressão de estarmos a ler dois livros diferentes, o que me agradou bastante. Gostava contudo, de mais algum pormenor, principalmente na parte da viagem à Jamaica. Quanto às personagens, são densas, repletas de humanidade, cada uma com a sua personalidade e as suas marcas, as suas motivações e ambições, paixões e segredos.


  Pecado foi uma segunda oportunidade que se revelou bem merecida, pois serviu para Sylvia Day se redimir. Espero vir a ler mais desta autora, neste estilo.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Opinião - Daughter of Smoke and Bone

Título Original: Daughter of Smoke and Bone (#1 Daughter of Smoke and Bone)
Autor: Laini Taylor
Editora: Little, Brown Books for Young Readers
Número de Páginas: 418


Sinopse
Around the world, black handprints are appearing on doorways, scorched there by winged strangers who have crept through a slit in the sky.

In a dark and dusty shop, a devil’s supply of human teeth grown dangerously low.

And in the tangled lanes of Prague, a young art student is about to be caught up in a brutal otherwordly war.

Meet Karou. She fills her sketchbooks with monsters that may or may not be real, she’s prone to disappearing on mysterious "errands", she speaks many languages - not all of them human - and her bright blue hairactually grows out of her head that color. Who is she? That is the question that haunts her, and she’s about to find out.

When beautiful, haunted Akiva fixes fiery eyes on her in an alley in Marrakesh, the result is blood and starlight, secrets unveiled, and a star-crossed love whose roots drink deep of a violent past. But will Karou live to regret learning the truth about herself?



Opinião
  Laini Taylor nasceu em Chico, Califórnia em 1971 mas passou a infância de um lado para o outro. Filha do meio, a segunda de três, Laini graduou-se em Inglês na Berkeley e, mais tarde, frequentou por três semestres aulas de Ilustração. As suas indulgências são livros e viagens, bem como sobremesas, trabalhou como editora de livros de viagens para a Lonely Planet, livreira, empregada e ilustradora. Mas o que sempre quis ser mesmo foi… escritora. E conseguiu. Ah, e para o caso de não saberem, ela tem o cabelo cor-de-rosa. Mesmo.

  Começou a escrever em 2004 mas foi em 2011, depois de uma trilogia premiada e dois livros, que o seu nome começou a ser sussurrado com entusiamo e, de repente, a fama caiu-lhe em cima. Daughter of Smoke and Bone é a razão desse sucesso, o primeiro livro da sua trilogia mais famosa que terminou este ano. Está traduzido para vinte e seis línguas e venceu três dos oito prémios para que foi nomeado. Não está traduzido em Portugal.

  Há muito tempo que me sentia arrastada para este livro, tanto tempo quanto aquele que foi publicado. Havia algo que me atraía para ele, uma certeza quase absoluta que quando nos encontrássemos seria algo único. E foi, algo extraordinariamente belo e avassalador. Apaixonei-me perdidamente. Primeiro pela sua capa, depois pela sinopse, mas foi a história contada pela voz inigualável e lírica de Laini Taylor que me deixou completamente rendida. Daughter of Smoke and Bone é uma mistura de contos de fadas, mitos e lendas, que não pode nem precisa de ser definido ou catalogado, pois é uma história de ousada beleza, bizarria e magia, algo com uma alma demasiado própria e que ganha vida através da voz desta autora capaz de nos entrelaçar entre sonhos e pesadelos, ilusão e realidade, passado e futuro, com a mestria de um bardo e a doçura de um poeta.

  Na grandiosa e esquecida Praga, uma porta anónima, escura e misteriosa, que só alguns veem e que pode ser aberta em qualquer lado, guarda segredos sanguinários, é o abrigo de criaturas bizarras que prometem desejos em troca de estranhos objectos, enquanto tentam proteger a esperança que criaram e esconderam de todos os olhares. Uma rapariga de cabelo azul, intemporal e excêntrica, vive entre dois mundos, entre monstros e homens, mito e realidade, sem saber quem é. E um serafim, quebrado e atormentado, está prestes a ser confrontado com os seus piores medos e a sua última esperança. Por entre fumo e ossos, sangue e esperança, amor e vingança, Laini Taylor desarma-nos, apaixona-nos, com uma história de grande ousadia e lirismo, tão extravagante quanto delicada, onde os monstros se escondem atrás de belos rostos, onde os desejos têm um preço e o amor é marcado por dolorosas cicatrizes.

  Nascidos da mais espantosa das imaginações, inspirados por pedaços de tantos outros, os mitos sobre os quais esta história se constrói espantam-nos e surpreendem-nos, não só pela extraordinária mente por trás deles, como pela capacidade desta de conjugar tantas lendas numa só e de transformar criaturas míticas em algo de estranho e deliciosamente novo. De elementos considerados banais, de conjugações ilusoriamente simples, esta história nasce em plena originalidade, desfazendo preconceitos e suposições, mostrando que nem sempre palavras podem descrever um tudo. A transição do nosso mundo para esse outro repleto de monstros e histórias é tão linear, que parece que nada os separa, como os mitos dos antigos onde criaturas extraordinárias e deuses conviviam com simples mortais, tal é o talento de Laini na sua forma de contar histórias. Por trás de extravagância, inocência e humor, esconde-se uma complexidade que se desvenda página a página e, ao mesmo tempo, nos vai maravilhando pela sua inesperada presença numa história que parecia ser plana.

  Para dar vida a esta história de beleza e horror, sacrifício e esperança, temos personagens ricas e complexas, divididas pela mesma dicotomia da sua história. Bem ou mal, beleza ou fealdade, morte ou vida. Desde criaturas fantásticas e misteriosas, a penitentes que pagaram um preço demasiado alto ao mais normal do ser humano, o elenco de Daughter of Smoke and Bone é tão inesperado quanto os seus alicerces. Plenas de camadas demasiado profundas, cheias de histórias e segredos para contar, de Akiva a Brimstone, de Karou a Razgul, todos eles nos deixam presos das suas palavras, das suas sombras, dos seus passados e futuros, tal é a forma como se entranham em nós, tal é a maneira como nos apaixonam.


  Poderoso, diferente, belo na sua bizarria, Daughter of Smoke and Bone é uma caixinha de supresas onde nada é o que parece. De uma imaginação ímpar, este livro consagra a sua autora como uma das vozes mais originais e poéticas da fantasia juvenil dos últimos anos.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Momento da Semana Harry Potter #26

  Esta meme foi criada pelo blogue Uncorked Thoughts e o objectivo é partilhar personagens, feitiços, objectos e citações dos livros/filmes de Harry Potter, da própria J.K. Rowling ou algo relacionado. Em cada semana é escolhido um tópico, já tendo vários sido discutidos como podem ver aqui. O tópico desta semana é Livre!

Por isso vou escolher um dos tópicos mais antigos que não cheguei a fazer... E o escolhido foi: Equipa/Casa Favorita.

Apesar de adorar os Gryffindor, há duas casas onde me encaixaria muito melhor, os Slytherin ou os Ravenclaw e eu escolho....


Ravenclaw porque...

É a casa dos intelectuais, daqueles que adoram aprender, dos egocêntricos e excêntricos, dos racionais, dos que pensam antes de agir, exactamente o que eu sou, por isso acho que era lá que o o Chapéu Seleccionador me iria enfiar.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Picture Puzzle #76


Regras:
  • Escolher um livro;
  • Arranjar imagens representativas das palavras dos títulos (uma imagem por palavra, ignorando os "e, o(s), a(s), de, etc.);
  • Fazer o post e convidar o pessoal a tentar adivinhar o livro;
  • Se estiver a ser difícil podem ser fornecidas pistas mas está ao critério do administrador do blogue;
  • As imagens não têm de literalmente representar o título
Podem consultar a rubrica nos seguintes blogues: Bookeater/Booklover 


Puzzle #1

Pistas: traduzido para português; 




Puzzle #2

 Pistas: traduzido para português; subtítulo de um livro de uma série




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Resultado Passatempo *Lost Boys*

  Com o apoio da parceira Casa das Letras, tinha um exemplar de Lost Boys de Lilian Carmine para vos oferecer.

  Ora, com a ajuda do random.org, das 126 participações válidas, o número escolhido foi...


36. Tânia (...) Soares, Gondomar


  Muitos Parabéns à vencedora que irá receber em casa este livrinho!

domingo, 25 de maio de 2014

Livros em Família *TAG*

Mais uma TAG "familiar" do canal 5 Páginas especial para a sua semana dedicada à Família.


1 - És a única pessoa que lê da tua família?
Infelizmente sim mas eles não me deixam de compreender... Mesmo que revirem os olhos de vez em quando.

2 - Quem te iniciou na leitura?
A minha mãe e a minha avó. A minha mãe lia muito na adolescência mas com o curso e o trabalho foi deixando de ler, já a minha avó apesar de gostar mesmo é de revistas, sempre gostou de ter uma casa cheia de livros, por isso, sempre fez questão de os comprar, principalmente desde que comecei a ler, o que  lhe agradeço imenso! Desde que me lembro de ser gente, elas levavam-me todos os anos à Feira do Livro e a minha mãe foi a pessoa que "escolheu" os meus livros preferidos, já que ela mos comprava de mote próprio, o que hoje não acontece, porque apesar de até conhecer bem os meus livros quase todos, ela prefere que eu os escolha.

3 - Já tentaste convencer alguém a ler?
Já. A minha tia mais nova que tem menos três anos que eu, lê um livro de dois em dois anos... Até que se lembra de pedir livros emprestados mas que depois ficam meses lá em casa. Caso perdido. A minha melhor amiga também lê de tempos a tempos, mas essa quando começa acaba-o logo. E agora ando a treinar para mãe com os meus primos que têm 12 e 5 anos e parece que com eles vou ter muito mais sucesso, principalmente com a pequenina que entra na Bertrand  e diz "Pima tantos livros! Quando for grande vou ler, mas não sei qual porque são tantos!" e adora brincar com o Kobo.

4 - O que é que a tua família pensa/diz sobre o facto de leres?
Estão tão habituados! A minha mãe sempre me incentivou imenso e nunca reclama quando quero um livro, aliás ela conhece-os quase todos e sabe os nomes dos meus autores preferidos, e pede-me uma lista  todos os aniversários e distribuí-a a ver se tenho sorte. É a melhor mãe que uma leitora pode desejar! O meu avô acha imensa piada a eu andar sempre com o nariz enfiado num livro, a minha avó não me compra um livro só se não puder, o meu tio goza mas preocupa-se se os meus livros estão bem tratados, se as estantes estão bem montadas e quando o Porto ganha ao Benfica para eu não ficar triste dá-me livros. Azuis. Mas dá. E a tia mais nova quando sai um filme baseado num livro pergunta-me sempre se gostei e se é bom. E sabe quando tem uma estante sempre à mão quando precisa. 

5 - O primeiro livro que te lembras de te terem lido?
Nunca houve esse hábito lá em casa, eu é que depois lia para a minha tia mais nova quando aprendi a ler mas não me lembro qual foi a primeira coisa que lhe li.

6 - Se pudesses pertencer a uma família fictícia qual seria?
Dos Herondale! Aposto que a Tessa seria a mãe perfeita para miúdos que gostam de ler.

7 - Que livros lerias aos teus filhos?
Contos de fadas. Quero ler-lhes todos os contos de fadas que existem. Tradicionais, típicos de cada país, todos, todos. Acho que é a melhor maneira de levar uma criança a entrar neste mundo.

sábado, 24 de maio de 2014

Feitiços de Harry Potter *TAG*

Vi esta TAG no blogue Fofocas Literárias, e é original do canal Turtle Sympathy.

A TAG consiste em associar um livro a cada feitiço ensinado em Hogwarts... E quem é a Potterhead que pode resistir a tal TAG, explicam-me??




Expecto Patronum: um livro de infância relacionado a boas memórias.
Obviamente que... Harry Potter e a Pedra Filosofal!!! 



Expelliarmus: um livro que te pegou de surpresa.
Não estava a espera de gostar tanto dele confesso, por isso, Alienated foi uma óptima surpresa.



Prior Incantato: o último livro que você leu.
Princesa Mecânica, o final mais perfeito de sempre!!!



Alohamora: um livro que te apresentou a um gênero que você não tinha considerado antes.
Eu pensava que não gostava de Ficção Científica... Até ler Duna!



Riddikulus: um livro engraçado que você leu.
Li-o recentemente e fartei-me de rir: O Teorema Katherine.



Sonorus: um livro que você acha que todos deveriam conhecer.
Porque é uma obra de excelência de um autor que venero, sem dúvida, Anna Karénina.



Obliviate: um livro ou spoiler que você gostaria de esquecer de ter lido.
Sem dúvida Requiem, por uma simples razão... Eu estava a adorar esta trilogia e a autora estragou TUDO neste livro. Tudo.



Imperio: um livro que você teve que ler para escola.
Sim tive, mas eu li-o durante o Verão, antes de começar as aulas do 11º ano e foi o livro obrigatório que mais gostei. Falo de Os Maias.



Crucio: um livro que foi doloroso para ler.
Doloroso.... Tão doloroso.... Estava com imensas expectativas e e depois foi um sofrimento ler The Queen's Choice.



Avada Kedavra: um livro que pode matar (interpretação livre).
Vou escolher este porque é um livro que nos mata muito devagarinho devido à sua carga emocional: Corações Gelados.



sexta-feira, 23 de maio de 2014

Passatempo *A Revelação*

 E chega ao fim mais uma série! E por isso, nada como comemorar com vocês!

  Com o apoio da Planeta Manuscrito, tenho um exemplar do segundo volume de Destinos Interrompidos, A Revelação para vos oferecer!

 Para se habilitarem a ganhar este exemplar, têm de ser obrigatoriamente seguidores do blogue, seja qual for o meio, responderem acertadamente às questões colocadas abaixo e devem ter em atenção as regras de participação. O sorteio será feito aleatoriamente pelo random.org. 

  As respostas podem ser encontradas aqui




Regras de participação:

1. Passatempo válido até 23h59 do dia 6 de Junho de 2014.

2. Só é possível uma participação por pessoa e email.

3. Só serão aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.

4. O vencedor será sorteado aleatoriamente através do random.org e será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado aqui no blogue.

5. Todas as participações com questões erradas e/ou que não obedeçam às regras serão automaticamente anuladas.

6. A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela própria e/ou pela editora.


Tentações: A Revelação [Planeta Manuscrito]

Se leu o primeiro livro desta série e ficou com o coração aos saltos, não vai querer perder o grande final desta distopia, que se tornou em poucos meses num best-sellerde vendas, a que a crítica não poupou elogios, considerando-o um digno sucessor de Jogos da Fome.


Título: A Revelação
Título Original: Enders
Autor: Lissa Price
Editora: Planeta Manuscrito
Número de Páginas: 280
Preço: €18.85




*Lissa Price*
Lissa Price estudou fotografia e escrita, mas o mundo acabou por ser o seu maior professor. 
Quando se sentou para escrever, percebeu que a mais surpreendente viagem estava dentro da sua cabeça. 
Vive no sopé das colinas no Norte da Califórnia como marido e os ocasionais veados. 
Visite Lissa em www.lissaprice.com



A Revelação

Sinopse
O FIM ESTÁ PRESTES A CHEGAR

Com o fim da Destinos Primordiais, Callie já não tem de alugar o seu corpo a sinistros Terminantes. Mas o neurochip que lhe implantaram no cérebro torna-a vulnerável a todos os que quiserem entrar dentro da sua cabeça e obrigá-la a fazer coisas contra a sua vontade.
Os Iniciantes que contêm este chip tornam-se cobaias nas mãos dos mais poderosos Terminantes, e alguém anda a fazer explodir os dispositivos, transformando-os em bombas humanas.
Callie continua a ser perseguida pela voz do Velho, bem como pelas memórias da sua ex-locatária, Helena. Determinada a vencer o medo e dar uma vida normal ao irmão, Callie decide ripostar.
Um aliado improvável associa-se à sua busca. Encontrar o Velho e travá-lo talvez seja uma sentença de morte, mas ela está disposta a tudo para descobrir a verdade.


Porquê uma tentação?
Porque li o primeiro e gostei, logo aguardo este final com alguma expectativa.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Opinião - Princesa Mecânica

Título Original: Clockwork Princess (#3 As Origens)
Autor: Cassandra Clare
Editora: Planeta Manuscrito
Número de Páginas: 392


Sinopse

Último livro da sequela de sucesso da série Caçadores de Sombras, que nos mostra as suas Origens. Tessa Gray devia estar contente, como todas as noivas! Mas, enquanto se prepara para o casamento, uma rede de sombras envolve os Caçadores de Sombras do Instituto de Londres. Surge um novo demónio, ligado pelo sangue e secretismo a Mortmain, o homem que tenciona usar um exército de impiedosos autómatos, os Instrumentos Infernais, para destruir os Caçadores de Sombras. O perigo, a traição, os segredos, os feitiços, o amor e a morte entrelaçam-se quando os Caçadores de Sombras quase se autodestroem na conclusão de cortar a respiração da trilogia de os Caçadores de Sombras, as Origens.


Opinião
  Das revistas cor-de-rosa à lista de bestsellers do New York Times, de Teerão para Nova Iorque, das livrarias para o cinema, Cassandra Clare tornou-se um dos nomes mais amados da literatura YA desde o seu primeiro livro. Hoje, sete anos depois, continua a sua escalada para o sucesso, estando a dias de publicar o último volume da sua primeira série, Caçadores de Sombras.

  Para já, a autora prepara-se para publicar para o ano, a sua terceira série no mundo dos Caçadores de Sombras, enquanto nos desvenda algumas coisas da trilogia que se seguirá, The Last Hours, que será publicada em 2017 e será uma continuação de As Origens, uma vez, que terá como protagonistas os filhos dos protagonistas desta última.

 Princesa Mecânica é o final da trilogia que antecede Caçadores de Sombras temporalmente. Publicado o ano passado, está traduzido para quinze línguas e a sua versão manga será publicada este ano.

  Oh Cassandra. Oh minha querida, querida Cassandra. Como pudeste partir-me o coração e, ao mesmo tempo, enchê-lo com tamanha felicidade? É em glória, brilhante e reluzente, repleta de sorrisos banhados em lágrimas, que Cassandra Clare termina esta trilogia que, com a sua beleza obscura e ousadia requintada, já me havia arrebatado o coração e a alma. Princesa Mecânica é um final perfeito, um final que nos quebra e preenche, um final poderoso, um final como poucos conseguirão ser. Tempestuosamente emocional, é um livro que nos destrói, que nos adoça, que nos faz rir. É uma história sobre o amor, em todas as suas formas, sobre a esperança que navega no tempo e o sacrifício em prol de quem importa. É o final feliz mais triste e perfeito de sempre.

  Enquanto percorremos estas páginas, sensações antagónicas invadem-nos. Chorámos e sorrimos ao mesmo tempo, trememos de medo e esperança em simultâneo. A doçura agrilhoa-nos e a crueldade aconchega-nos. É felicidade destruidora e tristeza maravilhosa. E nem isso pode descrever toda a magnificência, toda a glória que é Princesa Mecânica. Página a página, não há um momento em que não sejamos devastados, um único momento em que não sintamos um assolar de emoções demasiado intensas. Cassandra tortura-nos com cada possibilidade, com cada devastadora certeza e com cada raio mínimo de esperança, envolvendo-nos numa corrida contra o tempo, contra a morte e a destruição em que ninguém poderá estar a salvo da dor.

  Numa conjugação perfeita entre a fantasia e o ambiente elegante e sombrio de Londres ou a rudeza enfeitiçante de Gales, somos levados numa viagem de cortar a respiração em que a adrenalina é sufocante e as reviravoltas tanto surpreendentes como agridoces, uma viagem em que ciência e a magia ora se degladiam ora se unem numa amizade pura e inesperada. Pesadelo em forma de morte, cavernas e autómatos, sonho em forma de livros, colares e ressurreição, esta história é antes de mais e sempre, uma história de amor intemporal, um amor nascido da amizade e compreensão, um amor que nem a morte pode destruir, entre três pessoas unidas pelas circunstâncias, pelos gostos, três almas gémeas que suportam qualquer dor pela felicidade de um dos outros.

  Uma despedida gloriosa, Princesa Mecânica é um hino à amizade, à família e ao amor. É uma história de perdão, de regresso e de encontros. Despedida de um amor que espera através dos tempos, despedida do amor de sempre, despedida da alma gémea e melhor amigo, este livro é também sobre oportunidades e esperanças. Oportunidade de ser feliz e esperança de voltar a amar. Sonhos foram conquistados, outros formaram-se, alguns desenterraram-se. Assim foi esta história, e tão mais que não há palavras que cheguem para a descrever.


 Um dos melhores finais que alguma vez li, Princesa Mecânica termina de forma arrebatadora uma trilogia de beleza imparável, dando-nos o final perfeito para Will, Tessa e Jem, um final de lágrimas e sorrisos. Um final demasiado triste e feliz. O final perfeito. 



As Minhas Opiniões da Série


Momento da Semana Harry Potter #25

  Esta meme foi criada pelo blogue Uncorked Thoughts e o objectivo é partilhar personagens, feitiços, objectos e citações dos livros/filmes de Harry Potter, da própria J.K. Rowling ou algo relacionado. Em cada semana é escolhido um tópico, já tendo vários sido discutidos como podem ver aqui. O tópico desta semana é Fantasma de Hogwarts Favorito.

  Eu gosto muito dos fantasmas de Harry Potter, acho que são das personagens mais divertidas da saga, mas a minha preferida é a Murta Queixosa (Moaning Myrtle). 

  Primeiro porque é difícil não se gostar de alguém que vive numa casa de banho depois de uma morte trágica e que ainda consegue ter todo aquele humor (ou mau feitio). E depois, bem, ela protagoniza alguns dos momentos mais hilariantes da saga com o seu comportamente de adolescente histérica/assassinada/dramática.

"Harry, if you die down there, you're welcome to share my toilet."


Tentações: A Minha Outra Metade [Topseller]

Já na sua livraria

uma comédia moderna de costumes, de amizades e de desencontros, deliciosamente inteligente.


Título: A Minha Outra Metade
Título Original: Enders
Autor: Marianne Kavanagh
Editora: Topseller
Número de Páginas: 304
Preço: €17.69




*Marianne Kavanagh*
Antiga diretora da edição britânica da revista Marie Claire, lançou-se numa nova aventura no mundo da escrita com A Minha Outra Metade, o seu primeiro romance.


A Minha Outra Metade

Sinopse
Esta é Tess. Uma rapariga jovem, obcecada por roupas vintage, presa a um trabalho que detesta. Ainda assim, tem como namorado desde a faculdade Dominic, um belo contabilista, e tem um apartamento fantástico que partilha com a sua melhor amiga, Kirsty. 
Mas se a sua vida pessoal corre tão bem assim, porque é que se sente destroçada sempre que lhe perguntam pelo futuro?

Este é o George. Um músico de jazz brilhante que passa quase tanto tempo a apaziguar as brigas entre os membros conflituosos da sua banda, como passa a preocupar-se com o seu pai enfermo, e a tentar alcançar as muito altas expetativas da sua namorada corretora. Para um tipo que sempre acreditou no romance, o lado prático e deprimente da vida dos vinte e tais surgiu-lhe como um choque. Sempre à beira de chegar a algum lado melhor, ele procura algo mais… e alguém especial.

Tess e George podem muito bem ser as duas metades de algo perfeito e completo. Se ao menos os seus caminhos se cruzassem…

Siga Tess e George através de uma década de maus namoros, jantares e festas caóticas, aniversários mágicos, empregos sem-saída, relações desiguais, e muitos recomeços. A Minha Outra Metade é uma comédia moderna de costumes, de amizades e de desencontros deliciosamente inteligente.


Porquê uma tentação?
Parece-me ser um romance super fofo!!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Opinião - O Teorema Katherine

Título Original: An Abudance of Katherines
Autor: John Green
Editora: ASA
Número de Páginas: 272


Sinopse
Dezanove foram as vezes que Colin se apaixonou.
Das dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine.
Não Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente não Catherine, mas KATHERINE.
E das dezanove vezes, levou com os pés.
Desde que tinha idade suficiente para se sentir atraído por uma rapariga, Colin, ex-menino prodígio, talvez génio matemático, talvez não, doido por anagramas, saiu com dezanove Katherines. E todas o deixaram. Então ele decide inventar um teorema que prevê o resultado de qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se possível, ter o coração novamente destroçado. Tudo isso no curso de um verão glorioso passado com o seu amigo Hassan a descobrir novos lugares, pessoas estranhas de todas as idades e raparigas especiais que têm a grande vantagem de não se chamarem Katherine.



Opinião
  Um dos maiores nomes da actualidade na literatura YA contemporânea, John Green começou a escrever em 2005, tendo hoje publicados cinco livros, um deles em conjunto com David Levithan, entre outros trabalhos. Iniciou com o irmão em 2007, o blogue Brotherhood 2.0, onde discutiam as suas leituras, o seu dia-a-dia, entre outras coisas. Hoje em dia, têm um vídeo blog, The Vlog Brothers.

  O Teorema de Katherine foi o segundo livro publicado por Green, em 2006. Está traduzido para onze línguas, venceu o Printz Honor 2007 e será adaptado para o cinema. Este livro foi inspirado por três momentos que todos nós já vivemos na vida: sermos deixados, o momento em que percebemos que não somos assim tão especiais e na fixação humana de deixar um legado de qualquer forma.

  John Green é um autor de hábitos, ou melhor, de clichés muito seus. Um protagonista nerd com crises sociais e existenciais, um melhor amigo com um humor muito próprio, uma rapariga bonita e misteriosa, assim se poderiam resumir os livros deste autor se, estes fossem só e apenas isso. Mas não são. Com um humor muito peculiar e uma forma de ver a adolescência e os seus problemas muito própria, Green transporta-nos brilhantemente para a fase das dúvidas, entende a passagem para o mundo adulto como poucos, relembra-nos o quão complicada e simples era a vida quando esta estava apenas a começar. O Teorema de Katherine é mais uma dessas histórias, uma viagem de início e fim, uma reflexão divertida, filosófica e, muitas vezes, totó, sobre a existencialidade e o crescimento.

  Colin é um menino prodígio que não deixa de ser parvo, ingénuo e socialmente estranho, para além de um pouco egocêntrico e dramático. É um rapaz que se apaixona com facilidade e resume esses amores a elementos simples de uma equação que complica demasiado. No fundo, Colin gosta das coisas simplificadas, para depois as transformar em tragédias, porque nunca teve um verdadeiro desafio até perceber que tem de começar a viver e esse sim, vai ser o desafio da sua vida. Acompanharmos este rapaz na sua tragédia de ser deixado pela décima nona vez pela décima nona Katherine, é algo de ridiculamente, estupidamente, divertido e doce porque, apesar do seu exagero, ele tem as mesmas dúvidas, os mesmos medos, as mesmas crenças e sonhos que todos nós tivemos uma vez.

  Através de um espelho demasiado filosófico, totó e exagerado, Green consegue simplificar e explicar aqueles teoremas que nos maçam a cabeça até que se dá o momento Eureka. Não os matemáticos. Ou não apenas só esses. Mas aqueles que criámos através das experiências do dia-a-dia, das nossas tragédias pessoais, dos nossos problemas que ninguém consegue ou quer compreender. Aqueles que parecem não ter solução e que irão arruinar toda a nossa vida. Partirem-nos o coração, não sermos tão bons quanto os outros estão a espera, não sabermos o que faremos no futuro, termos demasiado sonhos ou nenhum. Equações, fracções, teorias, que complicámos até não terem solução e, que simplesmente se resolvem num momento inesperado.

  Esta é a essência de uma história que não é tão complicada quanto parece, nem tão simples quanto quer parecer. Este livro é uma viagem de aceitação, de descoberta, de mudança. É a história de um rapaz que apesar de dezanove namoradas, nunca amou realmente. É a história de outro rapaz que escolhe viver à sombra do melhor amigo para não enfrentar os seus problemas. É a história de uma rapariga que para agradar a todos nunca é ela própria. Também pode ser uma história sobre totós e populares, meninos do campo e meninos da cidade, traições, primeiros amores. O que quiserem. É uma história sobre a vida numa vertente demasiado divertida e parva. E que resulta, sem dúvida.

  Podemos até nem gostar muito das indecisões de Hassan e do seu sarcasmo ou tiradas estúpidas, podemos achar que Colin é uma diva, que Lindsey é uma sonsa tonta. Sim, de certa forma eles são tudo isso. Mas é no exagero dos seus defeitos e dramas que nos permitimos rir da vida e pensar, sim doí mas depois passa. E sim, eles são demasiado filosóficos e pouco terra-a-terra, e sim a vida não se resume a questões tão parvas, às vezes, mas a ingenuidade, sinceridade e complexidade destas mentes é, por mais que nos irrite, o verdadeiro charme de uma história que sem isso, seria só uma narrativa sem moral, enredo ou interesse.


  O Teorema de Katherine pode não ser o melhor dos livros de Green, admito, mas tem um encanto demasiado próprio, um humor demasiado absurdo, uma lição demasiado preciosa. Mas, sinceramente, só por nos fazer rir tanto e nos deixar tão bem-dispostos, este livro já é qualquer coisa.


As minhas opiniões de outros livros do autor